O Kit é composto por uma unidade de óleo essencial de Alecrim, Gengibre, Aroeira e Hortalanzinho e uma unidade do Óleo Vegetal de 60 ml.

 

Os óleos essenciais, vegetais, hidrolatos e extratos da linha Florestas Brasileiras de Ecosmetics são 100% naturais. A origem de todas essas matérias-primas é brasileira. Em território nacional encontramos os seis biomas que são a maior fonte de vida do planeta.

A extração é feita pelos indígenas e por várias pequenas comunidades tradicionais e organizadas.

Forma de extração de óleos essenciais, vegetais, hidrolatos e extratos:

1. prensagem a frio; 

2. destilação por arraste a vapor. 

Confira ao final da página informações sobre cada uma delas!

 

 _________________________________

 

Orientação de segurança: não é recomendado o uso oral dos óleos essenciais.

 

 ______________________________

 

Passo a passo para sua Terapia Capilar em casa!

1. Lavar o couro cabeludo e cabelos com o Shampoo de Terapia Capilar - Florestas Brasileiras, retirando todo o excesso;

2. Aplicar o Esfoliante Argila Branca da Amazônia da linha Florestas Brasileiras, espalhando-o bem por todo couro cabeludo e deixando-o agir por 5 a 10 minutos;

3. Realizar a esfoliação, removendo as células mortas e a oleosidade;

4. Lavar com o Shampoo novamente e enxáguar;

5. Aplicar uma das 4 máscaras da linha Florestas Brasileiras preparada com uma mistura de Óleo Essencial + Óleo Vegetal*, e deixar agindo por cerca de 10 a 15 minutos. Após esse tempo, enxaguar;

6. Finalização: Sérum ou Green Water Capim Limão ou Óleo Vegetal da linha Florestas Brasileiras.

 

 

IMPORTANTE:

 

- *Os Óleos Essenciais precisam ser diluídos em Óleos Vegetais se forem aplicados na pele. Portanto, quando for utilizar no couro cabeludo, precisa diluir antes, tá bem? Conforme explicado no passo-a-passo anteriormente.

- *Os óleos essenciais são substâncias não gordurosas e voláteis, produzidas pelo metabolismo secundário das plantas. Na inalação (em difusores, por exemplo), não se realiza a diluição em óleo vegetal, diferentemente da via dermatológica, que necessita da diluição em óleo vegetal, pois óleos essenciais puros podem provocar irritação na pele e/ou mucosas.

- O percentual de diluição vai depender do óleo essencial utilizado, da idade e da finalidade terapêutica.

- Armazenar em local seguro, longe do alcance de crianças, ao abrigo do calor e da luz;

- Respeitar a dosagem indicada

____________

 

INDICAÇÕES E MAIS INFORMAÇÕES

 

- Pingar de uma a três gotas em qualquer das opções seguintes: na palma das mãos, num lenço, no travesseiro, em um chumaço de algodão, num colar aromático, num inalador pessoal tipo aromastick, por vaporização úmida com água quente, entre outros (AMARAL 2015).

 

 

- Ter cuidado para não abrir os olhos durante a inalação; respirar profundamente por três vezes de forma confortável. Para uso coletivo, difundir os óleos por meio de sprays ou difusores ambientais. No spray, diluir de 20 a 100 gotas (conforme o óleo essencial ou sinergia, na concentração de 1% a 5%) em 60 ml de álcool de cereais e 40 ml de água.

 

- No difusor elétrico, de cerâmica ou de plástico, utiliza-se de sete a dez gotas do óleo essencial, sem misturar. No difusor ultrassônico ambiental, a quantidade de gotas do óleo essencial pode variar de acordo com o volume de água utilizado no aparelho. Pode-se pingar de seis a dez gotas do óleo essencial para cada 150 ml de água. Repetir o processo duas ou três ao dia, ou conforme a aceitação das pessoas presentes no ambiente (WOLFFENBUTTE, 2016).

 

- Massagem no tórax – Pode ser realizada de maneira suave na área cardíaca e/ou através de pequenas percussões entre as mamas. Essa via oferece um excelente caminho de cuidado nas condições de estagnação e congestão no peito por angústias e ansiedade, que geram taquicardia e dificuldades respiratórias. (MONTIBELER, 2018). Pode-se utilizar também nos pulmões, fazendo compressa nas costas para ajudar na tosse. Se houver agravamento da tosse, procurar serviço de saúde.

 

Na massagem, empregamos os óleos essenciais diluídos de 2% a 5%, entre 40 e 100 gotas de óleo essencial em 10 ml de óleo vegetal. Deve-se realizar fricções com movimentos calmos, com concentração e total presença, feitos com as mãos quentes.

Ajudam no equilíbrio emocional alecrim e aroeira e contra a ansiedade, gengibre e hortelãzinho.

 

- Compressas torácicas cardíacas – Prepare a substância com 2% a 5% de concentração, entre 40 e 100 gotas de óleo essencial para 100 ml de óleo vegetal, e espalhe num pano de algodão. Aplique esse tecido sobre a área cardíaca mantendo- o por 30 minutos. Aqueça previamente a compressa entre uma e outra bolsa de água quente antes de colocá-la no tórax. A duração do procedimento é de 30 minutos, podendo permanecer à noite, se desejar (GOEBEL, 2016).

 

 

- Compressas torácicas para o pulmão – Prepare uma compressa contendo de 2% a 5% de óleo essencial, 40 a 100 gotas para 100 ml de óleo vegetal. Espalhe no pano de algodão e aqueça levemente a compressa, colocando-a entre uma ou duas bolsas de água quente. Antes de aplicá-la na área pulmonar, envolva todo o tórax e a compressa com um lençol ou toalha, fazendo um invólucro a fim de reduzir as perdas voláteis para o ambiente. Após esse período, retirar somente a compressa com o óleo, podendo envolvê-lo (lençol). É possível permanecer com ele durante toda a noite (GROBEL, 2016; AMARAL, 2015).

 

- Escalda-pés – Manter os pés aquecidos é fundamental, pois revitaliza o organismo e equilibra a distribuição do calor do corpo, melhorando o metabolismo. Fortalece a nutrição e atrai e faz circular os elementos de defesa do sangue. Aumenta o fluxo sanguíneo no metabolismo e músculo, reduzindo, portanto, a atividade cerebral e a congestão de pensamentos que dificultam o descanso e o sono reparador após o trabalho exaustivo. A indicação são substâncias aromáticas habitualmente usadas em temperos domésticos. Destacam-se aqui gengibre, aroeira, alecrim e hortelãzinho.

 

- Como relaxantes, temos o gengibre. Já o alecrim traz disposição, energia e coragem, sendo um excelente óleo para ser utilizado pela manhã. No entanto, deve ser evitado por hipertensos e epilépticos (GOEBEL, 2016; HOARCE, 2010).

 

- Já a aroeira é um santo remédio para o cansaço, dores musculares, tensões do trabalho, dores provocadas por quem teve doenças por dengue, chikungunya e outras ligadas ao sistema neuromuscular.

Como usar?

Verificar a temperatura dos pés. Se eles estiverem frios, deve-se aquecê-los previamente com uma bolsa de água quente para evitar choque térmico. Despejar a água quente no balde, testar a temperatura (tem de estar próximo a 40 graus), adicionar o óleo essencial (de cinco a dez gotas) diluído no óleo vegetal Florestas Brasileiras.

Mergulhar os pés até as panturrilhas, envolver com um lençol toda a cintura até o chão, formando um invólucro de calor por fora do balde. Permanecer assim por 15 minutos. Evitar estímulos audiovisuais durante o processo. Após cinco minutos, levantar um pouco os pés para verter cuidadosamente mais água quente a fim de manter a temperatura inicial.

 

Ao término do procedimento, secar somente o excesso da água, calçar meias e dormir. Em todo o processo, não pode haver choque de temperaturas, ou seja, não se deve pôr os pés no chão frio. Por isso, coloque uma toalha ao lado do balde para pisar quanto estiver finalizando (GOEBEL, 2016).

 

- É importante certificar-se quanto à aquisição de óleos essenciais puros, 100% feitos com material vegetal, para não comprar por engano a essência sintética. Esta última não oferece os mesmos benefícios de óleo e pode causar efeitos deletérios à saúde. No caso de óleo essencial, é crucial checar no rótulo, no catálogo da marca ou no site do fornecedor as seguintes informações:

• Nome comum;

• Nome científico;

• Origem do produto (país);

• Prazo de validade;

• Método de extração (outro fator de interferência na variação química dos óleos essenciais).

 

 

 

Forma de extração de óleos essenciais, vegetais, hidrolatos e extratos de Ecosmetics

1. prensagem a frio; 

2. destilação por arraste a vapor.

 

1. Prensagem a frio

A extração pode ser chamada ainda de “expressão” ou “processo esponja”. O procedimento nos dá condição de extrair os óleos essenciais que têm cascas e frutos. Dá-se pelo corte de frutas e pela posterior separação entre polpas e cascas, deixando estas últimas imersas na água por várias horas. Em seguida, as cascas são comprimidas manualmente sobre esponjas, que irão absorver o sumo diluído em água. A prensagem realizada em máquinas resulta em sua maioria no mesmo produto. O rendimento máximo desse método é de 80% do conteúdo total do óleo.

A técnica, do ponto de vista terapêutico, é perfeita, em razão da ausência da interferência de calor. Menos alterações são provocadas nas moléculas componentes do óleo. Na visão da Ecosmetics, o método garante alta qualidade em nosso óleos, mas há algumas limitações: nem todas as frutas e folhas, entre outros elementos, podem ser aplicadas no processo. Por esse motivo, usamos também em nossa produção óleos que têm outra forma de extração, no caso a destilação por arraste a vapor.

2. Destilação por arraste a vapor

 

Trata-se de uma técnica que foi observada por Dioscópio no século I e utilizada por antigos povos egípcios, sendo aprimorada desde então.

Com esse método, conseguimos fazer a extração de folhas. A destilação a vapor é feita fervendo a água em uma caldeira. A água evapora e passa por um alambique onde a planta foi colocada. A alta temperatura do vapor rompe as estruturas onde estão armazenados os óleos essenciais.

À medida que isso acontece, as moléculas dos óleos essenciais evaporam com a água, sendo todo o material canalizado por um tubo até chegar a uma serpentina resfriada. Então o óleo essencial é condensado com o vapor d’água. O material cai em um recipiente. Como não se mistura com água, o óleo fica na parte superior do receptáculo, de onde é facilmente retirado.

 

Você, pode estar agora curioso e se perguntando: o que sobra dessa água que é retirada do óleo? É jogada fora? A resposta é não. Dessa sobra, são feitos os potentes hidrolatos, como a nossa água capim-limão, produtos ricos em nutrientes e que têm outros fins terapêuticos.

 

 

 

 

Kit Óleos Essenciais + Vegetal - Florestas Brasileiras - Ecosmetics

R$374,40
Frete grátis
Kit Óleos Essenciais + Vegetal - Florestas Brasileiras - Ecosmetics R$374,40

O Kit é composto por uma unidade de óleo essencial de Alecrim, Gengibre, Aroeira e Hortalanzinho e uma unidade do Óleo Vegetal de 60 ml.

 

Os óleos essenciais, vegetais, hidrolatos e extratos da linha Florestas Brasileiras de Ecosmetics são 100% naturais. A origem de todas essas matérias-primas é brasileira. Em território nacional encontramos os seis biomas que são a maior fonte de vida do planeta.

A extração é feita pelos indígenas e por várias pequenas comunidades tradicionais e organizadas.

Forma de extração de óleos essenciais, vegetais, hidrolatos e extratos:

1. prensagem a frio; 

2. destilação por arraste a vapor. 

Confira ao final da página informações sobre cada uma delas!

 

 _________________________________

 

Orientação de segurança: não é recomendado o uso oral dos óleos essenciais.

 

 ______________________________

 

Passo a passo para sua Terapia Capilar em casa!

1. Lavar o couro cabeludo e cabelos com o Shampoo de Terapia Capilar - Florestas Brasileiras, retirando todo o excesso;

2. Aplicar o Esfoliante Argila Branca da Amazônia da linha Florestas Brasileiras, espalhando-o bem por todo couro cabeludo e deixando-o agir por 5 a 10 minutos;

3. Realizar a esfoliação, removendo as células mortas e a oleosidade;

4. Lavar com o Shampoo novamente e enxáguar;

5. Aplicar uma das 4 máscaras da linha Florestas Brasileiras preparada com uma mistura de Óleo Essencial + Óleo Vegetal*, e deixar agindo por cerca de 10 a 15 minutos. Após esse tempo, enxaguar;

6. Finalização: Sérum ou Green Water Capim Limão ou Óleo Vegetal da linha Florestas Brasileiras.

 

 

IMPORTANTE:

 

- *Os Óleos Essenciais precisam ser diluídos em Óleos Vegetais se forem aplicados na pele. Portanto, quando for utilizar no couro cabeludo, precisa diluir antes, tá bem? Conforme explicado no passo-a-passo anteriormente.

- *Os óleos essenciais são substâncias não gordurosas e voláteis, produzidas pelo metabolismo secundário das plantas. Na inalação (em difusores, por exemplo), não se realiza a diluição em óleo vegetal, diferentemente da via dermatológica, que necessita da diluição em óleo vegetal, pois óleos essenciais puros podem provocar irritação na pele e/ou mucosas.

- O percentual de diluição vai depender do óleo essencial utilizado, da idade e da finalidade terapêutica.

- Armazenar em local seguro, longe do alcance de crianças, ao abrigo do calor e da luz;

- Respeitar a dosagem indicada

____________

 

INDICAÇÕES E MAIS INFORMAÇÕES

 

- Pingar de uma a três gotas em qualquer das opções seguintes: na palma das mãos, num lenço, no travesseiro, em um chumaço de algodão, num colar aromático, num inalador pessoal tipo aromastick, por vaporização úmida com água quente, entre outros (AMARAL 2015).

 

 

- Ter cuidado para não abrir os olhos durante a inalação; respirar profundamente por três vezes de forma confortável. Para uso coletivo, difundir os óleos por meio de sprays ou difusores ambientais. No spray, diluir de 20 a 100 gotas (conforme o óleo essencial ou sinergia, na concentração de 1% a 5%) em 60 ml de álcool de cereais e 40 ml de água.

 

- No difusor elétrico, de cerâmica ou de plástico, utiliza-se de sete a dez gotas do óleo essencial, sem misturar. No difusor ultrassônico ambiental, a quantidade de gotas do óleo essencial pode variar de acordo com o volume de água utilizado no aparelho. Pode-se pingar de seis a dez gotas do óleo essencial para cada 150 ml de água. Repetir o processo duas ou três ao dia, ou conforme a aceitação das pessoas presentes no ambiente (WOLFFENBUTTE, 2016).

 

- Massagem no tórax – Pode ser realizada de maneira suave na área cardíaca e/ou através de pequenas percussões entre as mamas. Essa via oferece um excelente caminho de cuidado nas condições de estagnação e congestão no peito por angústias e ansiedade, que geram taquicardia e dificuldades respiratórias. (MONTIBELER, 2018). Pode-se utilizar também nos pulmões, fazendo compressa nas costas para ajudar na tosse. Se houver agravamento da tosse, procurar serviço de saúde.

 

Na massagem, empregamos os óleos essenciais diluídos de 2% a 5%, entre 40 e 100 gotas de óleo essencial em 10 ml de óleo vegetal. Deve-se realizar fricções com movimentos calmos, com concentração e total presença, feitos com as mãos quentes.

Ajudam no equilíbrio emocional alecrim e aroeira e contra a ansiedade, gengibre e hortelãzinho.

 

- Compressas torácicas cardíacas – Prepare a substância com 2% a 5% de concentração, entre 40 e 100 gotas de óleo essencial para 100 ml de óleo vegetal, e espalhe num pano de algodão. Aplique esse tecido sobre a área cardíaca mantendo- o por 30 minutos. Aqueça previamente a compressa entre uma e outra bolsa de água quente antes de colocá-la no tórax. A duração do procedimento é de 30 minutos, podendo permanecer à noite, se desejar (GOEBEL, 2016).

 

 

- Compressas torácicas para o pulmão – Prepare uma compressa contendo de 2% a 5% de óleo essencial, 40 a 100 gotas para 100 ml de óleo vegetal. Espalhe no pano de algodão e aqueça levemente a compressa, colocando-a entre uma ou duas bolsas de água quente. Antes de aplicá-la na área pulmonar, envolva todo o tórax e a compressa com um lençol ou toalha, fazendo um invólucro a fim de reduzir as perdas voláteis para o ambiente. Após esse período, retirar somente a compressa com o óleo, podendo envolvê-lo (lençol). É possível permanecer com ele durante toda a noite (GROBEL, 2016; AMARAL, 2015).

 

- Escalda-pés – Manter os pés aquecidos é fundamental, pois revitaliza o organismo e equilibra a distribuição do calor do corpo, melhorando o metabolismo. Fortalece a nutrição e atrai e faz circular os elementos de defesa do sangue. Aumenta o fluxo sanguíneo no metabolismo e músculo, reduzindo, portanto, a atividade cerebral e a congestão de pensamentos que dificultam o descanso e o sono reparador após o trabalho exaustivo. A indicação são substâncias aromáticas habitualmente usadas em temperos domésticos. Destacam-se aqui gengibre, aroeira, alecrim e hortelãzinho.

 

- Como relaxantes, temos o gengibre. Já o alecrim traz disposição, energia e coragem, sendo um excelente óleo para ser utilizado pela manhã. No entanto, deve ser evitado por hipertensos e epilépticos (GOEBEL, 2016; HOARCE, 2010).

 

- Já a aroeira é um santo remédio para o cansaço, dores musculares, tensões do trabalho, dores provocadas por quem teve doenças por dengue, chikungunya e outras ligadas ao sistema neuromuscular.

Como usar?

Verificar a temperatura dos pés. Se eles estiverem frios, deve-se aquecê-los previamente com uma bolsa de água quente para evitar choque térmico. Despejar a água quente no balde, testar a temperatura (tem de estar próximo a 40 graus), adicionar o óleo essencial (de cinco a dez gotas) diluído no óleo vegetal Florestas Brasileiras.

Mergulhar os pés até as panturrilhas, envolver com um lençol toda a cintura até o chão, formando um invólucro de calor por fora do balde. Permanecer assim por 15 minutos. Evitar estímulos audiovisuais durante o processo. Após cinco minutos, levantar um pouco os pés para verter cuidadosamente mais água quente a fim de manter a temperatura inicial.

 

Ao término do procedimento, secar somente o excesso da água, calçar meias e dormir. Em todo o processo, não pode haver choque de temperaturas, ou seja, não se deve pôr os pés no chão frio. Por isso, coloque uma toalha ao lado do balde para pisar quanto estiver finalizando (GOEBEL, 2016).

 

- É importante certificar-se quanto à aquisição de óleos essenciais puros, 100% feitos com material vegetal, para não comprar por engano a essência sintética. Esta última não oferece os mesmos benefícios de óleo e pode causar efeitos deletérios à saúde. No caso de óleo essencial, é crucial checar no rótulo, no catálogo da marca ou no site do fornecedor as seguintes informações:

• Nome comum;

• Nome científico;

• Origem do produto (país);

• Prazo de validade;

• Método de extração (outro fator de interferência na variação química dos óleos essenciais).

 

 

 

Forma de extração de óleos essenciais, vegetais, hidrolatos e extratos de Ecosmetics

1. prensagem a frio; 

2. destilação por arraste a vapor.

 

1. Prensagem a frio

A extração pode ser chamada ainda de “expressão” ou “processo esponja”. O procedimento nos dá condição de extrair os óleos essenciais que têm cascas e frutos. Dá-se pelo corte de frutas e pela posterior separação entre polpas e cascas, deixando estas últimas imersas na água por várias horas. Em seguida, as cascas são comprimidas manualmente sobre esponjas, que irão absorver o sumo diluído em água. A prensagem realizada em máquinas resulta em sua maioria no mesmo produto. O rendimento máximo desse método é de 80% do conteúdo total do óleo.

A técnica, do ponto de vista terapêutico, é perfeita, em razão da ausência da interferência de calor. Menos alterações são provocadas nas moléculas componentes do óleo. Na visão da Ecosmetics, o método garante alta qualidade em nosso óleos, mas há algumas limitações: nem todas as frutas e folhas, entre outros elementos, podem ser aplicadas no processo. Por esse motivo, usamos também em nossa produção óleos que têm outra forma de extração, no caso a destilação por arraste a vapor.

2. Destilação por arraste a vapor

 

Trata-se de uma técnica que foi observada por Dioscópio no século I e utilizada por antigos povos egípcios, sendo aprimorada desde então.

Com esse método, conseguimos fazer a extração de folhas. A destilação a vapor é feita fervendo a água em uma caldeira. A água evapora e passa por um alambique onde a planta foi colocada. A alta temperatura do vapor rompe as estruturas onde estão armazenados os óleos essenciais.

À medida que isso acontece, as moléculas dos óleos essenciais evaporam com a água, sendo todo o material canalizado por um tubo até chegar a uma serpentina resfriada. Então o óleo essencial é condensado com o vapor d’água. O material cai em um recipiente. Como não se mistura com água, o óleo fica na parte superior do receptáculo, de onde é facilmente retirado.

 

Você, pode estar agora curioso e se perguntando: o que sobra dessa água que é retirada do óleo? É jogada fora? A resposta é não. Dessa sobra, são feitos os potentes hidrolatos, como a nossa água capim-limão, produtos ricos em nutrientes e que têm outros fins terapêuticos.